quinta-feira, 23 de outubro de 2014

GENEALOGIA – A IMPORTÂNCIA DE VOCÊ CONHECER SEUS ANTEPASSADOS

POR ROSTAND MEDEIROS

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O princípio de tudo, o básico do básico, é que toda história familiar vale a pena ser pesquisada. Não importa cor, raça, origem, condição social, na minha concepção todos deveríamos buscar a história dos nossos antepassados e assim conhecer mais de nós mesmos.
Todas as pessoas que começam a busca pela sua história familiar, em breve encontram-se em uma fascinante viagem de descoberta que os leva a lugares nunca antes imaginados. Incluindo a possibilidade de visitas terras distantes, aprendizagem da história de sua família e o descobrimento de quem eles realmente eram. 
Baseado no que descobri ao desenvolver três livros biográficos, de quatro que já publiquei, tentarei transmitir como realizo esta viagem emocionante. 
Bem, um antigo provérbio diz que toda jornada começa com um primeiro passo. Na genealogia acredito que o primeiro passo começa com você mesmo. 
Pense na sua genealogia como uma coleção de indivíduos, sendo que um deles é você mesmo, onde cada em um deles existe uma série de eventos de vida facilmente identificados. 
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Estes eventos incluem o óbvio; nascimento, batismo, educação, mudança de lugar, viagens, casamento, serviço militar, emprego, conquistas, derrotas (são importantíssimas em nossas vidas), buscas, morte e sepultamento. Normalmente estes processos são tão importantes em nossas existências, o suficiente para deixarem algum registro, ou evidências de sua existência.
Este é basicamente o material da qual a genealogia é feita.
Pessoalmente começo meus projetos anotando todas as informações que tenho nos eventos das vidas das pessoas que realizo suas biografias e da minha busca pelos meus antepassados.
Isto inclui o registro das informações importantes: quem é a pessoa envolvida, quais foram os principais eventos de sua vida, onde ocorreram, quais as provas que existem que estes eventos realmente aconteceram (qual é a fonte da informação). Estas informações podem ser registradas em uma folha de papel, até em uma foto digital de alta resolução. Mas o importante é registrar!
REUNINDO INFORMAÇÕES 
Quem
Pegue as certidões de nascimento de seus pais. Nelas você encontrará as datas de nascimento e os locais de origem de cada um deles, bem como os nomes de seus avós. De posse de tais informações, escolha o ramo que você irá pesquisar (paterno-paterno, paterno-materno, materno-paterno e materno-materno). Ou seja, a família cuja trajetória você pretende reconstituir e siga-a, sem se desviar do objetivo. O passo seguinte é saber onde nasceu esse avô ou avó que você escolheu. Caso não tenha a certidão de nascimento dele(a), procure saber com alguém da família de onde aquele era natural e vá ao Cartório do Registro Civil da localidade e, pelo nome completo e data aproximada (entre uma geração e outra calcule 25 a 30 anos) tente encontrar o respectivo registro.
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Mas lembre-se: esse caminho só vale para nascimentos após 1891, pois antes dessa data os Cartórios do Registro Civil no Brasil eram pouco utilizados para tal fim. Se esse seu avô ou avó nasceu, bem antes daquele ano, há que procurar na igreja onde aquele(a) foi batizado. Ou na sede do respectivo bispado.
Pessoalmente escrevo o nome completo da pessoa e quaisquer títulos que podem ser relevantes. O nome deve ser escrito exatamente como aparece na fonte da informação.
Ao fazer a pesquisa, é possível que você possa encontrar um nome de família escrito duas ou mais vezes de formas diferentes. Tome nota de qualquer uma destas variações; esta informação pode revelar-se útil em um momento posterior.
Sempre escrevo o nome de uma mulher usando o nome de solteira, nunca o nome de casada, já que esta é a forma como você vai encontrar informações sobre ela antes do seu casamento. Se você só sabe o nome de casada, então escreva o nome da família do cônjuge entre parênteses. Isto poderá servir como uma pista visual que você precisa pesquisar mais a frente no seu trabalho. 
Certidões de casamento e óbito, escritura de terras, testamentos e inventários, passaportes, retratos e cartas de família também podem ser úteis. Examinando-os, muita informação pode ser encontrada. E, como elas as coleções de artigos de jornais de sua cidade e os almanaques históricos e comerciais da região.
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 Examine, pois, esse material com atenção e, se tiver sorte de encontrar alguma pista, siga-a.
O depoimento dos mais velhos, (Avós, tios e primos) também é útil. Muitas vezes eles sabem de nomes, parentescos e acontecimentos da vida da família. Há sempre alguém em toda família, que é mais ligado à história dos seus. Procure-o. Puxe por ele e anote. Sobretudo isto – anote, para não se ver depois, traído(a) pela memória.
Por fim sempre tomo nota de quaisquer apelidos que sua pesquisa pode descobrir e escrevo estes entre aspas. Às vezes um apelido pode servir como uma pista para outras fontes potenciais de informação.
Qual
Procuro identificar um evento importante da forma mais clara possível. Utilizo abreviações padrão para eventos como “N” para o nascimento, ou “BAT” para o batismo, “CAS” para casamento, e por aí vai. 
Se você desenvolver suas próprias abreviaturas para eventos, certifique-se de que alguém que vai ler o seu trabalho daqui a cem anos, vai entender o que você está escrevendo. Consistência na forma como você apresenta o seu trabalho é uma consideração importante.
Onde
Registre o quanto você sabe sobre a localização de um evento particular. Por exemplo, um nascimento pode ter ocorrido em uma fazenda, em uma casa de uma determinada localidade, ou em um hospital. Ao registrar a localização do nascimento, nome do lugar, a vila, distrito, o município, o estado, e até mesmo o país (se necessário), você terá uma trilha a seguir para localizar fontes de informação relacionadas.
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Lembrem-se, na maioria dos lugares do mundo, registros escritos ou registros vitais de eventos podem existir em qualquer um dos níveis acima mencionados. Cada registro pode fornecer uma pista para uma nova peça de informação. Exemplo – Ao se encontrar um registro de um casamento nos arquivos das igrejas de um município em 1845, quase certamente poderá lhe levar logo a um registro de batismo com poucos anos de diferença. Às vezes no mesmo ano. 
Outra coisa importante – Ao realizar uma pesquisa genealógica, procuro aprender o máximo que posso sobre a história de uma comunidade onde um nascimento, ou um evento, pode ter ocorrido. É importante lembrar que os nomes de lugares podem ter mudado ao longo de um período de tempo às vezes nem tão longo assim.
Por exemplo; a atual cidade potiguar de Campo Grande, no Rio Grande do Norte, foi oficialmente criada com esta denominação em 14 de setembro de 1858, pela Lei nº 114. Então, interesses políticos fizeram com que essa Lei fosse derrubada dez anos depois, passando Campo Grande a simples posição de distrito do recém-criado município potiguar de Caraúbas. Dez anos depois, com a promulgação da Lei nº 613, de 30 de março de 1870, o município foi novamente restaurado, mas com a denominação de Triunfo. 33 anos depois, em 28 de agosto de 1903, a Lei nº 192 mudou novamente o nome do município para Augusto Severo, em homenagem ao inventor do dirigível Pax. Quase noventa anos depois, no dia 6 de dezembro de 1991, através da Lei nº 155, o município de Augusto Severo voltou ao seu antigo nome Campo Grande.
Ou seja, em pouco mais de 130 anos esta comunidade passou por duas emancipações políticas e três mudanças de denominações. Em suma, aquele que for pesquisar sua árvore genealógica ligada a região de Campo Grande, vai ter muito mais trabalho se não tiver ciência destas mudanças históricas.
Obama's German roots
Se o antepassado que você procura teve determinada profissão, há possibilidade de encontrar algo nos respectivos órgãos de classe (exemplo: Junta de Comércio, se comerciante; Repartições Publicas e Ministérios Militares, na hipótese de ter sido funcionário civil ou militar, etc.) Igual sindicância pode ser feita nas secretarias das escolas e faculdades. Os livros de matriculas trazem filiação, nascimento e colação de grau. 
Irmandades religiosas e Santas Casas de Misericórdia também valem uma visita, se seu avô ou bisavô foi irmão ou benfeitor. E o cemitério local também. Isto mesmo, o cemitério, pois lá estão os livros de enterramento e as certidões de óbito, onde pode estar a informação de que você precisa. 
Mas se seu avô ou bisavô eram estrangeiros, o caminho mais prático para localizar dados sobre eles é o Arquivo Nacional, pois lá estão os processos de entrada no país na época do Império e se a chegada daqueles foi posterior, há que procurar o Ministério da Justiça.
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Existe, ainda, outro recurso que costuma ajudar. Escreva uma carta àqueles que você sabe serem seus parentes distantes e peça-lhes as informações que lhe faltam para estabelecer o parentesco. Carta simples, do tipo circular, em que explique o objetivo de sua pesquisa e peça didaticamente o que lhe interessa (exemplo: os nomes dos pais, avós, bisavós, ou da mulher, filhos e irmãos, ou as datas e locais de nascimento, casamento e óbito ou as respectivas profissões). Mas lembre-se: quanto aos nomes femininos, peça sempre os de solteiro.
Se a família tem um sobrenome pouco comum, ou por ser estrangeiro ou por ter um sobrenome composto (exemplo: Cardoso Fontes, Mata Machado, etc.), dê uma busca no catálogo telefônico de sua cidade e dos locais para onde conste terem ido alguns parentes e despache a sua carta. A tentativa costuma dar resultados.
Quando
Pessoalmente ao escrever datas em uma história familiar, eu adoto o método internacional de entrada de data. Nesta abordagem, você escreve o número para o dia, então a abreviatura de três letras padrão para o mês, e concluir com todos os quatro dígitos para o ano. 
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Assim, 11 de outubro de 1884, ou 11/10/1884/, escrivo como 11/ out/ 1884. Este método na minha concepção elimina a confusão, por exemplo, sobre se é 11 de outubro, ou 10 de novembro, e dá consistência aos meus projetos.
Evidência 
Como você pode coletar informações importantes a partir de uma conversa, de um documento da família, de uma carta preciosa, de uma certidão de nascimento, ou de outro genealogista que trabalhou anteriormente com uma família que tem ligação com a sua história, é fundamental que você arquive, que grave, que registre as suas fontes tão completamente quanto possível. Isto lhe permite mostrar de onde sua evidência vem, organiza seu trabalho e evita a perda de tempo. 
Esta é talvez a parte mais importante, mas na maioria das vezes ignorada, em um projeto de levantamento da história familiar.  A documentação também é necessária para que outros possam julgar a confiabilidade e precisão de seu trabalho. Sempre no início dos meus projetos registro a fonte de uma determinada peça de informação, como uma nota de rodapé a essas informações. Você também deve manter atualizada uma lista de suas fontes que poderiam servir como uma bibliografia para um projeto acabado, como um livro. Pessoalmente, com a existência destas maravilhosas máquinas digitais portáteis, gosto de fotografar todo tipo de documento.
Colocando no Papel a sua Pesquisa 
Agora você está pronto para começar a escrever o que você já sabe, a começar por si mesmo. Na genealogia, há algumas formas que são básicos para o hobby, e é importante que você se familiarize com essas formas primitivas de seu projeto. É sobre estas formas que você vai gravar todas as peças de informação que você recolhe.
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  1. Cartões tipo 3 x 5 podem ser um meio maravilhoso de gravar as informações sobre as pessoas pesquisadas em seu projeto. Acho que pessoalmente ao organizar os dados em cartões, fica mais fácil fazer a transição para um computador, se e quando você decidir fazê-lo. O ponto importante é registrar o máximo de informações que você pode encontrar. 
  2. A árvore genealógica é uma das formas mais facilmente reconhecidas e utilizadas pelos genealogistas. Nesse gráfico você pode mostrar as relações entre várias gerações de uma família e traçar suas origens, seguindo de volta no tempo ao longo de uma linha de família particular. O material mais comum exibe cinco gerações de dados da família em uma única página. Ao preparar sua própria história familiar, você deve colocar a si mesmo como pessoa número um em sua primeira árvore genealógica. Os gráficos em seguida dividem-se em duas partes para mostrar os seus pais, em seguida, na sequencia em quatro partes para mostrar a seus avós, e assim por diante. Este gráfico mostra apenas seus antepassados diretos, aquelas pessoas de quem você descende de sangue. Você vai notar que não há espaço em um gráfico de linhagem para os irmãos, múltiplos casamentos ou ligações familiares sociais. Normalmente estas informações aparecem nos próximos formulários.
  3. O registro de folha de grupo familiar permite que você insira todos os indivíduos ligados a uma família em particular. No site do Instituto Genealógico do Rio Grande do Sul – INGERS, muito bom por sinal, temos modelos deste documento -http://www.ingers.org.br/Formularios.html

terça-feira, 21 de outubro de 2014

MULHERES e CRIANÇAS.....O LADO FRACO DO CABO DE GUERRA NO NORDESTE DE OUTRORA.

  As mulheres nordestinas do final do séc. XIX e da primeira metade do séc. XX amadureciam muito rapidamente, em geral não  tendo tempo sequer de aproveitar a infância. Com 14 anos de idade , meninas se vestiam  como senhoras; aos 15 já tinham filhos. Afinal, era socialmente aceitável, inclusive com  as bênçãos da igreja, que uma menina se casasse com apenas doze anos de idade: Crianças morando com seus maridos, mais ainda brincando de boneca.
  A educação feminina muitas vezes era equivalente,, na mentalidade sertaneja à prostituição. Por isso, poucas meninas recebiam uma educação formal. Só a partir da lei geral de 15 de outubro de 1827 é que as mulheres ganharam o direito á  instrução, ainda que seu ingresso fosse limitado.
 Em 1850, havia no Rio Grande do norte, apenas 27 escolas públicas, sendo Somente cinco delas para o público feminino. Da população total da província, só 23.602 homens e 16.220  mulheres, sabiam ler e escrever.
 Quem mandava, na maioria dos lares, era o homem, que exercia a autoridade legal de facto sobre toda a família. As mulheres , nesse caso, representavam o elo fraco, a parte mais frágil desse arranjo. E assim aconteceu com nossas avó e bisavós....voltaremos com mais fatos relativos.
                                    Israel Vianney

Augustin Boi por João Escolástico Filho

     

       A cultura pauferrense, do amigo Israel Vianney, editou um posts sobre Augustin Boi, que me fez relembrar essa bela pessoa, com quem convivi, quando era criança, era um grande amigo. Sempre ia na casa dos meus pais, fazer suas refeições, filho que era de um empregado do meu pai, cuidando de algumas vacas, num curral, nos fundos da casa na rua 7 de setembro. O pai de Augustin se chamava Manuel Henrique do Nascimento, e a mãe Maria Elvira da Conceição. Augustin tinha 3 irmãs, Chiquita, Lourdes e Neusa. Neusa Edite do Nascimento é também minha irmã de criação, pois viveu a vida inteira conosco, sua mãe lavava a roupa lá de casa e ela acompanhava a mãe, até o rio ou açude, e terminou morando conosco, quando a mãe faleceu. ainda criança.

Foi para Natal com toda a minha família, em abril de 1959. 
Depois que meus pais faleceram era foi morar com minha irmã Verônica. Quando minha irmã foi para os Estados Unidos, a família alugou uma casa, onde ela mora até hoje, em Natal. 
Neusa nasceu em 1937, em setembro, portanto, tem 77 anos. Suas irmãs, Chiquita e Lourdes, estão internadas num asilo em Mossoró e são mais velhas do que Neusa. 
Elas têm uma casa na rua João Escolástico, em Pau dos Ferros. Mamãe aposentou Augustin Boi e as 3 irmãs no INSS, quando atingiu a idade, naquela época era metade do salário-mínimo.. Mas Augustin Boi, passou a usar o dinheiro para se encher de cachaça, vivia se embriagando, e as pessoas da cidade, mexiam zombavam muito dele, eu nunca gostei e sempre reclamava. 
Seu Manuel Boi, adoeceu de tuberculose, a casa dele era atrás da rua 13 de Maio, onde eu morava. Eu levava a comida dele, mas como a tuberculose era muita temida naquela época, eu levava a comida num prato, coberto por outro e envolto numa rodia, e colocava na porta da casa, e gritava para ele apanhar a comida, e saia correndo.
Eu adoro minha irmã Neusa, aliás todos os meus irmãos adoram ela. Ela "vive" na casa deles em Natal, mas preferiu viver sozinha numa casa, depois que Verônica foi morar nos EUA. Não perde nunca a festa da Padroeira, em Pau dos Ferros. Neusa é uma ótima companhia, vive rindo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ORGULHO POTIGUAR

 
Jairo José Campos da Costa é natural da cidade de Francisco Dantas, onde morou grande parte da infância e adolescência.Em 1994, ingressou na UERN , campus de Pau dos ferros no curso de letras. Fomos companheiros do primeiro ao último período. Aquele garoto, inicialmente tímido, teve uma ascenção rápida, porém nem tudo foi um mar de rosas. Estudou bastante, além disso ainda encontrava tempo para o teatro(Fui seu diretor no Cia que mexe) e para a família.Mesmo com uma vida estável entre Pau dos ferros , Francisco Dantas e São Miguel, de repente mudou-se para bem longe do seu Habitat...E lá se foi em direção ao estado de Alagoas, mesmo com nossos olhares  atravessados, Dada a situação calamitosa do Estado. Para ser mais objetivo, foi nas Alagoas que  Jairo encontrou a sua felicidade pessoal e profissional. Fez um belo trabalho  no Campus de União dos Palmares e em seguida foi eleito Reitor da UNEAL, sendo Reeleito e empossado anteontem. Não pude estar presente, mesmo com todas as regalias oferecidas pelo mesmo....problemas de saúde na família. Mesmo assim fica aqui o nosso ABRAÇO E DESEJO DE MAIS UM BOM MANDATO....FELICIDADES QUERIDO!!!
                             israel Vianney

PARABÉNS CILAS!



                 O atleta pauferrense Cayo Cilas após a rotina intensa de treino se diz preparado para a disputa do Campeonato Pan-americano de Jiu-jitsu que acontece em Fortaleza nos dias 18 e 19 deste mês.
               Caio Cilas que já conquistou títulos importantes em sua categoria, tenta subir ao pódio mais uma vez, contando com apoio da Farmácia Rei Davi, Endo clínica, Ótica Aquino, Pizzaria Água na Boca e Nutre Line.

Além da ajuda e força de seus alunos.

Estamos torcendo por você!

Boa sorte Cilas.


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

AO MESTRE COM CARINHO !!

 

 Os professores deveriam ser os profissionais mais valorizados, visto que, todas as outras classes de trabalhadores, sempre tiveram um mestre por trás de tudo.Todos nós temos sempre na memória os mais queridos, os mais temidos, os mais simpáticos, os mais antipáticos, os mais sábios e os mais despreparados.Lembro-me de todos os meus professores, até daqueles que eu enxergava como demônios. Jamais me imaginei sendo professor, mas o destino me levou a esse calvário. Foi-se o tempo em que os professores recebiam o respeito devido. Quando eu fazia o primário na década de 1970, eram como se fossem nossos pais fora de casa, inclusive se causássemos algum problema na sala de aula, nós mesmos conduzíamos o bilhete com o relato para casa, correndo sério risco de uma boa surra.
 Minhas  primeiras  professoras foram as Queridíssimas  ZEFINHA FERNANDES e GRACINHA FERNANDES, No jardim de infância "Pequeno Príncipe" na rua Francisco Dantas. Era  a única escola particular da cidade. Depois fui para o "Grupo Rural Tarcísio maia", assim mesmo, com essa denominação(Atual Esc. Estadual Tarcísio Maia), lá fiz todo o primário e à tarde ia ao Patronato para aulas de canto(sou péssimo) e Catecismo...No tempo de Irmã Luiza, Irmã Celina....
  Vim conhecer o primeiro professor  do sexo masculino na Escola 4 de Setembro. Era o temido Professor Inácio que ensinava inglês e Francês....Me pelava de medo dele.
  Grande parte da minha vida  estive sob a tutela de professores, os convencionais, além dos de dança, pintura, na universidade e na vida também. Hoje, muitos deles vive lidando com alunos mal educados, mal acompanhados pela família e ameaçadores, chegando ao cúmulo de pedirem asilo aos promotores de justiça para salvar a própria pele. Apesar de tudo PARABÉNS QUERIDOS, se há céu, vocês irão subir em carne e osso. Esse é o meu desejo!!!!! 
        Israel Vianney

Repúdio!!!!!!!!!







 Falar de mim é um pouco complicado, pois minha modéstia fica  sempre acima da expectativa, mas mesmo assim insisto. Não é segredo para ninguém ligado às artes e à cultura em Pau dos Ferros, de que recentemente tenho sido alvo da fúria desembestada de uma dupla de pessoas que insistem em  desclassificar o meu trabalho.  Inicialmente achei que a tentativa  seria inútil, dado a falta de  experiência e conhecimento dos meus algozes, Mas a coisa não é bem assim.
  Nos últimos dias, fui à capital a convite de uma empresa que promoverá uma semana de eventos ligados à cultura em Pau dos ferros. O evento terá como patrocinador, uma grande empresa privada e fui sabatinado para receber  logo em seguida, a função de Produtor do referido evento. Voltei alegre e satisfeito, dado que tenho gastos financeiros como qualquer outro ser humano e quando pinta algo extra, é sempre bem vindo. Pois não é que hoje já soube que a função foi tirada de mim, a pedido de uma dupla que ultimamente só tem empenho em perseguir pessoas que não comungam  com suas "Belas Idéias". Estou na dúvida, darei nomes aos bois, ou me calo mais uma vez e deixo a cargo da justiça divina??
  Tenho visto mais casos resolvidos pela justiça divina do que pela justiça dos homens, pessoas que já me perseguiram, sempre têm um final nada agradável, porque, friso mais uma vez, NINGUÉM SE ESCONDE DE DEUS! Não se enganem!!!
                                                  Israel Vianney