quinta-feira, 21 de maio de 2015

Pau dos Ferros/RN: incêndio no Hemocentro



Na manhã de hoje 20/05/15, um incêndio na central de computadores, e maquinas do Banco de Sangue, pegou todos de surpresa, funcionários e doadores pediram a ajuda do corpo de Bombeiros para controlar o incêndio.

 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

URGENTE!!!

FOGO NA UNIDADE DO HEMONORTE EM PAU DOS FERROS. OS BOMBEIROS JÁ SE ENCONTRAM NO LOCAL E OS FUNCIONÁRIOS PASSARAM MOMENTOS DE PÂNICO,MAS AOS POUCOS A SITUAÇÃO JÁ ESTÁ SE NORMALIZANDO. MUITA FUMAÇA...

DESSA VEZ O BICHO PEGA!

 
 Nunca o termo SÊCA VERDE foi tão bem aplicado quanto na  situação que vivenciamos atualmente. Se alguém sobrevoar a região oeste do Rio Grande do Norte, vai achar que moramos na Amazônia, pois tudo está verdinho e viçoso. Mas, e o mais importante que é a água??  A água está nos 
seus estertores finais e a maioria de nós, não acordou ainda. O único reservatório que milagrosamente está sangrando é o da cidade de Encanto. Aqui em Pau dos ferros, o que antes era a Barragem Dr. Pedro Diógenes, que abastecia o município e outros logradouros, hoje é uma mata de médio porte, com um filete de liquido no meio. Há meses que estamos sendo socorridos com água da barragem de Santa Cruz, o rodízio está mudando constantemente como o samba do crioulo doido, e o banho de "cuia" voltou à cena com força.
  Muitos estão apelando para a perfuração de poços, que na maioria das vezes não atingem o lençol freático, estamos com a cidade praticamente parecida com uma tábua de pirulitos.
 Se pararmos para pensar, que ainda estamos em maio, teremos uma histeria coletiva, mas isso não tardará a acontecer. Temos que ACORDAR...VAMOS NOS MOBILIZAR, POUPAR E ORAR...DO CÉU NÃO CAI MAIS ESSE ANO....
                                           BOM DIA!!!
                                                                VIANNEY

segunda-feira, 18 de maio de 2015

quarta-feira, 13 de maio de 2015

“PIN-UP GIRLS” DE CARNE E OSSO

 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren – CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
Rostand Medeiros 
Todas as curvas, dos lábios até os tornozelos, das belas mulheres desenhadas nos principais calendários vendido nos Estados Unidos na década de 1950, passou diante do pintor Gil Elvgren. Atrizes de Hollywood, além de sua própria esposa, Janet, foram modelos de seus sensuais desenhos.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
As chamadas mulheres Pin-up, com vivos lábios vermelhos e cintura fina foram sua especialidade. Suas longas e torneadas pernas à mostra, que terminavam muitas vezes em um par de saltos altos, eram muitas vezes retratados por Elvgren.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Elas são perfeitas em suas belas curvas maravilhosas, seios fartos, coxa roliças e esbanjando beleza até o tornozelo. Isso numa época quando ninguém se atrevia a falar sobre sexo, elas tiraram a roupa (não totalmente) e posaram. Gil Elvgren foi um dos artistas que pintou essas mulheres de carne e osso.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Eram as Pin-up (de “pinned-up” significa pendurado na parede), embora também chamadas de “cheesecake”, imaginem o porquê[1].
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Gil Elvgren tinha muito respeito no meio artístico e belas modelos nunca lhe faltaram. Algumas eram atrizes tão famosas como Myrna Loy, Donna Reed e até mesmo Kim Novak. De fato, na década de 1950, não era raro que atrizes iniciantes em Hollywood fossem ao estúdio de Elvgren pedindo para serem pintadas e aparecem em calendários, era uma ótima oportunidade de ascensão ao estrelato. A esposa de Elvgren, Janet Cummings, também posou muitas vezes para ele.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Alguns cartunistas, colegas Elvgren e membros da Society of Illustrators de Nova York, o invejavam. Eles disseram que, embora seu trabalho não fosse muito bem aceito pela crítica, Elvgren tinha sorte. O suficiente para pintar belas garotas quase todos os dias, enquanto eles cumpriam entediantes ordens e, por vezes, eram mal pagos.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Na década de 1950, Elvgren, que começava a adquirir muita fama por seus trabalhos publicitários, se mudou com sua família para uma casa maior e decidiu montar um estúdio no sótão, com grandes janelas para a entrada de luz. Embora inicialmente trabalhasse sozinho, logo contratou um assistente para ajudá-lo a fotografar as modelos e preparar os cenários – normalmente simples e modesto – que o pintor transformava em algo exuberante.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Quando perguntado o que havia nas modelos que mais lhe interessava, Elvgren respondeu: “A verdadeira joia é uma garota capaz de transmitir emoções muito diferentes”. Ele preferia mulheres muito jovens, entre 15 e 20 anos, que preferencialmente não haviam despontado em carreiras artísticas, pois mantinham muito de espontaneidade que, ao longo do tempo e após serem descobertas, escondiam.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Sobre seu trabalho o artista explicou que acrescentava o seu “toque pessoal”, que poderia ser aumentar mais os seios, o alongamento mais pronunciado das pernas, o estreitamento da cintura, tudo para tornar mais atraente (e um pouco menos real) aquela mulher.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Ele também tornava os lábios mais carnudos, sempre vermelhos, e deixava os olhos maiores. Elvgren escolhia cuidadosamente o cenário, figurinos e principalmente a modelo, além de levar horas para decidir o seu corte de cabelo. Cada detalhe tinha peso no resultado final. Em seguida, tirava uma foto com sua Rolleiflex e, finalmente, começava a pintar.
 Pintura de Gil Elvgren

Pintura de Gil Elvgren
Muitas dos trabalhos de Elvgren eram contratos publicitários, como o famoso anúncio da marca Coppertone, em que um cão puxa para baixo o calção de uma menina (na imagem acima). Vários desses trabalhos foram encomendados pela editora americana Brown & Bigelow, a maior editora de calendários do mundo na década de 1950. Seus almanaques com anúncios chegavam a milhões de pessoas nos Estados Unidos.
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 A revista “Esquire” (dirigida principalmente ao público masculino) foi a primeira a publicar desenhos de Pin-up, especialmente de George Petty e de Alberto Vargas, um peruano radicado nos Estados Unidos. Esses desenhos eram o principal atrativo desta revista. Na imagem acima temos, à esquerda, a ilustração da “bailarina”, de George Petty, e a direita, retratada por Alberto Vargas, a atriz Olive Thomas. As meninas pintadas pelo peruano nascido em Arequipa eram conhecidas como as “Vargas Girls” e também estiveram presentes nas páginas da revista “Playboy”.
Foto - USAAF
Foto – USAAF
Os calendários das Pin-up eram muito populares entre os combatentes americanos da Segunda Guerra Mundial e eram bens tão preciosos quanto os fuzis M1 Garand, ou pistolas Colt 45. Sob o som das bombas, os soldados pareciam encantados por aquelas mulheres na parede, transbordando sensualidade e otimismo. Os belos desenhos se tornaram quase um amuleto patriótico. Na foto, vários militares ao lado do famoso bombardeiro B-17 conhecido como “Memphis Belle”, que realizou 25 missões de combate em 1943. No nariz do avião aparece um desenho de uma Pin-up girl feito pelo artista George Petty.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Na atualidade o negociante de arte Louis K. Meisel compilou a maior parte do trabalho de Gil Elvgren na galeria Elvgren Great American Pin-up, parte da galeria de propriedade de Meisel, no bairro do SoHo, em Nova York. Meisel é responsável pelo ressurgimento do interesse no subconjunto de ilustrações americanas de Pin-up e é o maior colecionador de arte do gênero no mundo.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Gil Elvgren, cujo nome verdadeiro era Gillete A. Elvgren nasceu em Saint Paul, Minnesota, em 15 de março de 1914, frequentou o Minneapolis Institute of Arts. Em seguida, ele se mudou para Chicago para estudar no American Academy of Arts. Ele se formou na Academia durante o período da Grande Depressão, com a idade de vinte e dois anos.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Elvgren se juntou ao estável grupo de artistas que trabalhavam na agência de publicidade Stevens and Gross, a mais prestigiada de Chicago. Ele se tornou um protegido do talentoso artista Haddon Sundblom. Era um clássico ilustrador americano e um mestre ao retratar a sensualidade feminina, diante dos rígidos padrões morais da época.
 Foto e pintura de Gil Elvgren

Foto e pintura de Gil Elvgren
Elvgren foi um sucesso comercial, viveu em vários locais e foi ativo de 1930 a 1970. Faleceu em 29 de fevereiro de 1980.
Texto realizado a partir do trabalho da jornalista espanhola MARIA CRESPO, no jornal El Mundo – Ver –  http://www.elmundo.es/album/cultura/2014/04/27/535ab677268e3e4f688b458d.html
Outras informações foram conseguidas em – http://en.wikipedia.org/wiki/Gil_Elvgren

[1] O cheesecake é um bolo muito popular nos Estados Unidos. É normalmente constituído por uma base de bolacha, um recheio à base de queijo, creme e ovos, e uma cobertura de fruta. Já era conhecido dos antigos gregos, mas, segundo os profissionais, existem “mais teorias sobre o bolo de queijo do que pessoas que saibam prepará-lo”.

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

VALE A PENA ADQUIRIR

MEMORIAS DE RAIMUNDA CARAÚBAS




Foi complicado montar a linha de tempo de Dona Raimunda caraúbas, pois são tantos fatos interessantes que prometo fazer o mais breve possível, um documentário com a mesma, ainda mais com a memória maravilhosa que a mesma tem. Adiante.....Na vida sofrida e ao mesmo tempo alegre que levava Dona Raimunda pariu 11 filhos, isso mesmo. Dos 11, apenas 7 sobreviveram. Numa ocasião ela me revelou que o segredo para parir rápido era o seguinte: Ao sentir as primeiras contrações, fazia um chá de pimenta malagueta , tomava-o, sentava sobre uma "cuia de oito" e puxava uma corda amarrada a um caibo(exercício para apressar a dilatação)" O moleque saia voando", nas palavras dela.
Com vários filhos, dando expediente dobrado(De dia lavava e passava e à noite diversão no rabo da gata), no final da década de 1960, o prefeito de então Dr Pedro Diógenes transferiu a rua do sexo para um lugar distante do centro, ocupando o que foi o antigo "BATACLÁM"(Hoje Posto Bolivel, à entrada do bairro Nações unidas). Dona Raimunda seguiu as "Meninas", lavando a roupa das mesmas e fazendo pequenos favores remunerados. Lembrando que a partir da nova localização do "Brega", os proprietários também mudaram e a organização também, eram eles : Seu Martil e Maria garrote, Sargento Moacir, Sargento Joazinho e depois o Sr "Tiquinho Balaio". 
Família grande , dinheiro pouco,nossa biografada começou a lavar as roupas do Hospital Centenário, Hoje hospital Nelsom maia. Só que a coisa não parecia ser tão fácil assim. Segundo ela, levava duas enormes trouxas de roupa para serem lavadas na pedra do Taboleiro(Hoje imediações do Conj Manoel Deodato,) pois a água ali ainda era consumível e sem tanta poluição, voltava à tardinha cansada e os poucos lanches que fazia eram à base se batata doce assada, cedida gentilmente pelo Sr: Jorge Guedes do Rêgo (Meu avô paterno) que morava numa fazenda próxima de propriedade do Sr Antônio Holanda.
Um certo dia O Sr Osvaldo Januário do Rêgo e a Sra Maria do Carmo, vendo o esforço daquela pobre mulher, conseguiram um emprego com carteira assinada , para continuar na administração da lavanderia do hospital. Com os primeiros salários, comprou logo um pequeno casebre num bairro, outrora distante e chamado de VELAME, hoje, defronte à delegacia de polícia civil, mas na época só mato. Continuamos amanhã....... Vianney