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segunda-feira, 29 de abril de 2013

REGULAMENTO FESTIVAL DE QUADRILHAS 2013


 

REGULAMENTO FESTIVAL DE QUADRILHAS 2013

PAU DOS FERROS – CIDADE DO FORRÓ

V - FESTIVAL DE QUADRILHAS

 

Ø OBJETIVOS

 

O V Festival de Quadrilhas promovido pela Prefeitura de Pau dos Ferros através da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto e Secretaria Municipal da Juventude, Habitação e Assistência Social, é uma iniciativa que visa ampliar a dimensão das tradições juninas, consolidando-se como estratégia de desenvolvimento econômico e instrumento de preservação das tradições populares.

 

Ø REGULAMENTO

 

· CAPÍTULO I – Da Realização

- Art. 1º - O Festival de Quadrilhas de Pau dos Ferros será realizado nos dias 27 e 28 de junho de 2013, com inicio previsto às 19:00, na Praça de Eventos N. Sra. da Conceição.

 

· CAPÍTULO II – Da Participação

- Art. 2º - Poderão participar quaisquer grupos de quadrilhas juninas que atendam às exigências deste regulamento, QUE SE INSCREVEREM NO PRAZO ESTABELECIDO.

- As inscrições serão recebidas até o dia 30 de maio na Coordenação de Cultura da SEMECE.

Parágrafo 1º - Os representantes das quadrilhas inscritas deverão estar no local de apresentação às 18:30 para participar do sorteio e ficar ciente do horário de sua apresentação.

Parágrafo 2º - Os grupos de quadrilha terão no máximo 25 minutos para sua apresentação. O não cumprimento do horário prejudicará o grupo infrator com a perda de 3 (três) pontos no total obtido.

Parágrafo 3º - Os representantes de quadrilha que chegarem atrasados para o sorteio, serão colocados após os grupos que obedecerem às normas. Não aceitaremos Justificativas.

- Art. 4º - A escolha da música, bem como a sua execução é de inteira responsabilidade dos grupos participantes, podendo utilizar CD ou Conjunto Regional.

· CAPÍTULO III – Do Julgamento.

- Art. 5º - A Comissão Julgadora será composta por artista e representantes da comunidade que possuem conhecimentos na área cultural, objetivo de julgamento do concurso.

- Art. 6º - Os Jurados atribuirão notas de 01 a 10 não sendo atribuídas notas fracionadas ou nota zero.

- Art. 7º - Compete à Comissão Julgadora apreciar, analisar e julgar as apresentações, atribuindo notas, observando os seguintes critérios:

v FIGURINO: Harmonia das cores, bom gosto, efeito de conjunto e criatividade;

v MARCADOR: Empolgação, liderança, desenvoltura durante a apresentação;

v ANIMAÇÃO: Julga-se a empolgação de todos os componentes, o envolvimento do grupo e o pique durante a apresentação;

v COREOGRAFIA: Graça, leveza, coordenação e ritmo. Julga-se também a precisão dos movimentos.

v CASAMENTO: (Somente na categoria matuta tradicional) Avalia-se a criatividade e clareza do texto, a encenação dos atores, a fidelidade às raízes e a beleza do enredo.

v HARMONIA: Sincronia conjunta do grupo, habilidade na formação e evolução, coerência entre tema, música e figurino. Ausência de falhas na retirada e colocação dos cenários.

- Art. 8º - Ocorrendo empate entre as quadrilhas, será levado em consideração a maior pontuação Obtida no item MARCADOR. Caso persista o empate, o prêmio será dividido.

- Art. 9º - As decisões da Comissão Julgadora são soberanas e irrecorríveis.

- Art. 10º - Serão conferidos Troféus e dinheiro para os 3 primeiros lugares. As demais receberão troféus de participação.

 

Parágrafo Único: Os prêmios em dinheiro serão entregues na forma abaixo especificada:

1º lugar – Matuta Tradicional: R$ 1.000,00 e troféu.

2º lugar – Matuta Tradicional: R$ 800,00 e troféu.

3º lugar – Matuta Tradicional: R$ 600,00 e troféu.

1º lugar – Estilizada: R$ 1.600,00 e troféu.

2º lugar – Estilizada: R$ 1.200,00 e troféu.

3º lugar – Estilizada: R$ 800,00 e troféu.

- Art. 11º - Os casos omissos ou aqueles não previstos neste regulamento, serão resolvidos pela comissão organizadora e comunicado aos dirigentes e representantes dos grupos envolvidos.

 

Parágrafo Único: As agremiações participantes do festival, que venham a causar tumulto durante a apuração ou vierem a desrespeitar qualquer integrante da comissão organizadora, bem como da mesa julgadora, estarão proibidos de competir na edição posterior assim como sujeitos as penalidades judiciais cabíveis.  

 

Pau dos Ferros/RN, Abril de 2013.

 

Israel Vianney

Coordenador de Cultura

 

 

 

 

sábado, 27 de abril de 2013

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

UMA GUERREIRA EXEMPLAR!

MARIA ELIZABETE FERNANDES PAIVA, NASCEU AOS 02 DE OUTUBRO DE 1960, NO SÍTIO VÁRZEA-VELHA, MUNICÍPIO DE ENCANTO-RN. FILHA DO SR. EXPEDITO FERNANDES DE QUEIROZ, ENTÃO FOTÓGRAFO E AGRICULTOR E DE MARIA MARGARIDA DE PAIVA FERNANDES, RECÉM CHEGADA DE ERERÊ-CE,VINDA PARA O RN EM VIRTUDE DO CASAMENTO EM 21 DE NOVEMBRO DE 1959. PRIMEIRA FILHA DO CASAL, AOS SEIS MESES DE IDADE FOI ACOMETIDA DE POLIOMIELIETE, A FAMIGERADA PARALISIA INFANTIL. JÁ ESTAVA ENGATINHANDO, MAS SÓ VOLTOU A DEAMBULAR AOS SEIS ANOS, DEPOIS DE MUITO TRATAMENTO E DA FORÇA MACIÇA DOS PAIS, FAMILIARES E AMIGOS.COMO A MÃE ERA PROFESSORA MUNICIPAL, SÓ SAIU DO SÍTIO PARA ESTUDAR FORA, EM ERERÊ-CE, ONDE MORAVAM E AINDA MORAM OS SEUS FAMILIARES MATERNOS, QUANDO JÁ HAVIA COMPLETANDO A SEGUNDA SÉRIE, JÁ SABENDO LER, ESCREVER, CONTAR E REDIGIR. NÃO ERA SUPER DOTADA, ERA SÓ ESTUDIOSA E CONTAVA COM A FORÇA, EM ESPECIAL, DE SUA GENITORA. A MENINA, POIS SÓ TINHA SEIS ANOS, COM DEFICIÊNCIA, MULHER, POBRE..., TEVE Q SAIR DO ACONCHEGO DO SEU LAR,DO CONVÍVIO COM OS SEUS IRMÃOS, POIS NESSAS ALTURAS JÁ TINHA EUDIMAR, EURIMAR, LEODÉCIO(PRIMO E IRMÃO DE CRIAÇÃO) E EDNA(EDVAN SÓ CHEGOU EM 1969), PARA IR ESTUDAR FORA. E FOI A SUA SORTE. COMO AQUELES PAIS, NAQUELE TEMPO, JÁ PENSAVAM EM INCLUSÃO! JÁ PENSARAM SE PELA PENA DA "TADINHA", DA "COITADINHA", DA "ALEIJADA", TIVESSEM DEIXADO-A LÁ NO SÍTIO! NA CIDADE FEZ NOVAMENTE A SEGUNDA SÉRIE, POIS COMO ERA ORIUNDA DO SÍTIO, PODERIA NÃO ACOMPANHAR AS CRIANÇAS DA RUA. LEDO ENGANO! SEMPRE PASSAVA DE ANO, JÁ NO TERCEIRO BIMESTRE, ATÉ COM O INTUITO DE VOLTAR LOGO PARA O SÍTIO, DE FÉRIAS, GOSANDO ASSIM MAIS TEMPO EM CASA. QUANDO ESTUDAVA NO SÍTIO, A MÃE SEMPRE A INTEGRAVA EM TODAS AS AÇÕES DA ESCOLA E DA SOCIEDADE. COMO NÃO PODIA SE LOCOMOVER, DELA ERA A MAIOR POESIA. NO 7 DE SETEMBRO, POR OCASIÃO DO DESFILE, ANDAVA COM UM PAU DE VASSOURA COBERTO DE VERDE E AMARELO, COMO PORTA-BANDEIRA. DO OUTRO LADO, UMA COLEGA TAMBÉM PORTAVA O PAUZINHO. EM ERERÊ NÃO ERA DIFERENTE. UMA POESIA DE OSCAR BRIZOLA: DE SANTOS, A CIDADE HEROICA DOS ANDRADAS, O PRÍNCIPE VOLTAVA UFANO, SATISFEITO..., AINDA SABE ATÉ HOJE, POIS FOI APRENDIDA E NÃO DECORADA. NA SEXTA SÉRIE, A ESCOLA DA CNEC IA FECHAR E OS PAIS A LEVARAM PARA A ESCOLA ESTADUAL 4 DE SETEMBRO, EM PAU-DOS-FERROS(RN). FOI MORAR NA CASA DOS SAMPAIOS, SR.JOÃO E D.MARIA,SALES, BRÍGIDA, ASSESSORADA PELA AMIGA BENEDITA. QUANDO FOI ESTUDAR NA ESCOLA ESTADUAL 31 DE MARÇO, PARA FAZER O TÉCNICO EM AUXILIAR DE ESCRITÓRIO, FOI RESIDIR NA CASA DE MÃE JOANA, NA RUA LAFAIETE DIÓGENES, COM CORINA, TIANA, MANOEL, RITA E ... . ERA A CASA MAIS PERTO DO 31. SE TIVESSE MAIS PERTO, O PAPAI TERIA BATIDO À PORTA, PEDINDO GUARIDA PARA A FILHA. TERMINANDO O SEGUNDO GRAU, À ÉPOCA, FEZ VESTIBULAR PARA LETRAS, NA UERN, SENDO APROVADA. JÁ ESTAVA COM 18 ANOS. TAMBÉM FEZ CONCURSO PARA O BANCO DO BRASIL, PASSANDO EM DÉCIMO PRIMEIRO LUGAR. CONTAVA COM A AJUDA DE DIVERSOS(AS) AMIGOS(AS): FAFÁ, GRACINHA, VANJA, SORAYA, ELIANA, UNS MENINOS Q O PAI DELES TINHA UMA LOJA DE TECIDOS , PIMENTA E TANTOS OUTROS... , QUE A LEVAVAM PARA O COLÉGIO/FACULDADE, DE CARRO, MOTO, BICICLETA, ETC. BETINHA, COMO HOJE É CARINHOSAMENTE CHAMADA, DEVE TUDO A MUITAS PESSOAS QUE PASSARAM PELA SUA VIDA . AOS QUASE 26 ANOS DE IDADE, DEPOIS DE MUITOS NAMOROS, VIAGENS, FESTAS, ... CASOU COM ANTONIO ALVES DO NASCIMENTO, RESIDENTE EM CURRAIS NOVOS-RN, PASSANDO A TER O NOME DE MARIA ELIZABETE FERNANDES DE PAIVA ALVES. HOJE, AOS 52 ANOS, COM 26 ANOS DE CASADA, MÃE DE DOIS FILHOS: ÍCARO JORGE(DE 24 ANOS, GESTOR AMBIENTAL E ADVOGADO) E IÚRI JORDÃO(ESTUDANTE DE FISIOTERAPIA-2 ANOS, COM MATRÍCULA TRANCADA E PRESTANDO CURSINHO PARA MEDICINA), APOSENTADA HÁ QUASE QUATRO ANOS, POR TEMPO DE SERVIÇO NO BANCO DO BRASIL,É UMA PESSOA FELIZ. É VICE-PRESIDENTA DA ACDF: ASSOCIAÇÃO CURRAISNOVENSE DE DEFICIENTES FÍSICOS E PRESIDENTA DO COMADE: CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. AMA A FAMÍLIA QUE TEM E MANDA UM RECADO PARA AS FAMÍLIAS QUE TÊM PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS, QUE GANHAM ESTE PRESENTE DE DEUS: "O DEFICIENTE QUE NÃO SE EXPÕE, NÃO SE IMPÕE". COMO CATÓLICA PRATICANTE QUE É, AGRADECE A DEUS E A NOSSA SENHORA POR TODAS AS PESSOAS QUE PASSARAM PELA SUA VIDA E QUE A AJUDARAM A SER O QUE A MESMA É HOJE. Detalhe: E minha prima!!!!!
 

terça-feira, 23 de abril de 2013

BIOGRAFIA DE ANTÔNIO SOARES DE HOLANDA




Por Licurgo Nunes Quarto


Nascido a 01 de outubro de 1903, no sítio Dourados, localizado no Município de Portalegre, Região do Alto Oeste Potiguar.
Filho de Amaro Soares de Holanda e de Júlia de Holanda Cavalcante, percebeu, ainda jovem, que a atividade primária – a labuta na lavoura, no campo - onde auxiliava o pai na subsistência da família, não o levaria a uma independência financeira imediata, pois, já àquela época, trabalhar no campo, sem estudo, não dava perspectiva de um futuro melhor.
Foi então que, no ano de 1918, com 15 anos de idade, ainda adolescente, deixa a companhia dos pais e a vida bucólica que levava no sítio Dourados, que ele tanto gostava, onde viu iniciar seus primeiros passos e o fez aprender a amar a terra em que nascera, indo morar na Cidade de Pau dos Ferros, na casa de um amigo da família.
Com o firme propósito de se dedicar aos estudos e trabalhar em outra atividade que não fosse a agricultura, matriculou-se no centenário e lendário “Grupo Escolar Joaquim Correia”, quando se destacou como um aluno dedicado, inteligente e determinado, acima de tudo.
Com tal perfil, e com tantas qualidades, não teve dificuldade em iniciar logo uma atividade que lhe levasse a auferir rendimentos financeiros. Tanto é que foi convidado por Joaquim de Holanda, seu tio e proprietário de uma loja no comércio local, para trabalhar com ele. Passou então, não só a trabalhar, como também a morar na residência dele.
Concomitante ao trabalho na loja do tio, montou uma carpintaria e passou a fabricar móveis, aumentando os seus rendimentos. Da referida fábrica saíram, inclusive, os móveis que viriam, mais tarde, a mobiliar a sua própria casa, quando do seu casamento. Vale salientar que alguns desses móveis ainda hoje existem, resistindo ao tempo, segundo depoimento de um de seus familiares.
Com tamanha disposição para o trabalho, e com inegável tino comercial, progrediu, chegando a ponto de comprar a loja do tio, passando a gerir seu próprio negócio. Considerado um grande comerciante, sendo um dos mais prósperos e conceituados da cidade, foi proprietário de um estabelecimento comercial nos ramos de tecidos, estivas e miudezas.
Diversificando as suas atividades, enveredou para o comércio de compra de algodão em caroço, tendo, inclusive, montado uma fábrica de beneficiamento de algodão, que o transformava em pluma e exportava para o sul do País. Agregou valores ao algodão, quando fabricava óleo comestível, bem como fabricava “torta” de algodão e o “piolho”, que era a casca do caroço deste produto. Estas duas últimas mercadorias citadas serviam para a ração de ovinos, caprinos, muares e bovinos, pois são de grande palatabilidade para os animais, bem como possuem grandes valores nutrientes.
Tornou-se, então, um próspero empresário, contribuindo para com o progresso da cidade, bem como minorando o desemprego – eterno problema social que assola as cidades brasileiras – dando oportunidade de trabalho a muitas pessoas.
No serviço público foi tesoureiro da Prefeitura Municipal, na gestão de Francisco Dantas, primeiro Prefeito de Pau dos Ferros.
Agro-pecuarista, proprietário rural de uma grande gleba localizada à margem esquerda do rio apodi, a jusante da barragem de Pau dos Ferros, quase zona urbana, produzia, em seu engenho de cana de açúcar, rapadura, rapadura batida, mel e alfenim, iguarias nordestinas, e da melhor qualidade, sem falar no “caldo de cana” – garapa – de sabor inigualável e inesquecível.
Candidato a vice-Prefeito numa chapa encabeçada por José Fernandes de Melo, não obteve êxito, sendo derrotado.
Foi eleito Vereador da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, com expressiva votação, tendo feito parte da mesa diretora na condição de Secretário.
Casou-se, no dia 24 de junho de 1926, aos 23 anos de idade, com Dona Maria de Souza Rego, que se tornou Maria do Rego Holanda. Ela com apenas 16 anos de idade. Conhecida por toda a Cidade como Dona Mariêta, era filha de Francisco de Souza Rego e de Tassiana Masiosina de Souza Rego, e nascida a 29 de julho de 1910.
Dona Mariêta faleceu a 06 de outubro de 1983, com 73 anos de idade.
Do casamento houve sete filhos, a saber:
José Edmilson de Holanda, casado com Terezinha Gondim Reginaldo de Holanda. Médico, formado pela Faculdade de Medicina do Recife – PE, no ano de 1954, nasceu em Pau dos Ferros a 18 de abril de 1927. O Dr. José Edmilson de Holanda, pauferrense dos mais ilustres, com inúmeros benefícios prestados à sua terra e ao seu povo, não somente na área médica, na assistência aos mais necessitados (haja vista que neste setor atuou por mais de três décadas) mas, e principalmente, na condição de administrador público, uma vez que exerceu as honrosas funções de Prefeito de Pau dos Ferros, em duas gestões ( a primeira de 31/01/1970 a 31/01/1973 e a segunda de 31/01/1977 a 31/01/1983), quando teve a oportunidade de trabalhar e ficar para a história da nossa Cidade como um dos Prefeitos mais honestos e operantes. Construiu incontáveis obras físicas, principalmente nas áreas de saúde e educação.
Zélia de Holanda, viúva de Mauri Lira de Andrade, ex-Vereador da Câmara Municipal de Pau dos Ferros por várias legislaturas.
Maria Zilmar de Holanda, foi casada com Raimundo Pereira da Silva.
Jeová de Holanda, comerciante, casado com Zuleide Lopes de Holanda.
Raimundo (Mundinho) Holanda do Rego, empresário do setor de transporte rodoviário, casado com Terezinha de Oliveira de Holanda.
José Tadeu de Holanda, solteiro e;
Maria Zuila de Holanda, solteira.

Amante da música e instrumentista nato, tocava trompa e “fole” (espécie de acordeão pequeno). Foi integrante, quando jovem, da banda de música municipal.
Gostava de dançar o “xote”, (dança de salão, de origem alemã com passos semelhantes aos da polca, difundida na Europa e no Brasil, onde é executada nos bailes ao som de sanfona). Em toda festa dançante em que participava, quer no barracão do mercado público, e depois com o advento do clube CCP (Clube Centenário Pauferrense), não era raro - e era quase sempre sistemático - a orquestra parar de tocar as músicas do repertório previamente elaborado e ensaiado, e ter que executar um xote para que Antonio Holanda dançasse a referida música, com todos os seus passos, evoluções e coreografias. Geralmente tinha como cavalheira a sua nora Zuleide Lopes de Holanda que, com ele, davam um verdadeiro show de dança.
Filantropo por natureza, participou, durante as décadas de 50 e 60, de todas as campanhas que visavam ajudar ao próximo, bem como trouxessem benefícios para Pau dos Ferros e seu povo. Tanto é que, com outros pauferrenses, batalhou para a construção do Patronato Alfredo Fernandes; construção da torre da Igreja Matriz; construção da Capela de São Benedito.
Fundador e 1º tesoureiro do Círculo Operário Pauferrense, que era uma entidade sem fins lucrativos e que prestava assistência ao homem do campo nas áreas de técnicas agrícolas, saúde e educação.
Sempre disposto a ajudar a igreja nas suas obras, estava solidário, quando solicitado, ao auxílio financeiro, principalmente na festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição.
Faleceu a 14 de junho de 1998, com 95 anos de idade.
Quando do seu falecimento, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, bem como a Câmara Municipal de Pau dos Ferros, à unanimidade, consignaram votos de profundo pesar.
Eis, pois, caros conterrâneos, a biografia de mais um pauferrense que não deverá ser olvidado, pois em muito contribuiu para com o desenvolvimento e o bem estar de nossa terra e de nossa gente.

YES, NOS TEMOS SÂO JOÃO!

  Convido todos os participantes de ARRAIÁS JUNINOS para uma reunião no auditório da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desportos no dia 30-04 -2013 às  09 horas para discutirmos assuntos relacionados ao FESTIVAL DE QUADRILHAS. Esse convite é extensivo aos Arraiás MATUTOS E ESTILIZADOS.
                                POR FAVOR REPASSEM!
                                                 ISRAEL VIANNEY-COORDENADOR MUNICIPAL DE CULTURA

quinta-feira, 18 de abril de 2013

VEM COISA BOA POR AÍ !!!

  Segunda Feira (22-04) publicaremos novidades acerca das festividades juninas em Pau dos Ferros...Coisa Boa pra vocês !!!!!!
           Aguardem!!!

CONSPIRAÇÃO OU COISAS DA MINHA CABEÇA????

   Nós que já passamos dos 40 e que curtimos a infância adoidado, tomando banho de açude, participando de Guizados improvisados, caçando, pescando(não confunda com os índios), quando adoecíamos, tínhamos no máximo uma gripe(que era curada com lambedor) e raramente alguém fraturava um osso, por que comíamos Feijão, Arroz, Carne, Cuscuz....Refrigerante, só guaraná quando a febre era intermitente. O leite era puro e produzia uma coisa chamada nata. Hoje a quantidade de água adicionada é tanta que nata só figura nos livros. Pois bem, Não tínhamos conhecimento de Doenças, hoje comuns, como Dengue,Cólera, Depressão, AIDS entre outras porcarias. O que chamam de larvas do mosquito da dengue, nós chamávamos "cabeça de prego", até aprisionávamos em frascos. O que chama a atenção é o aparecimento repentino de determinadas pestes e sua rápida expansão mundo a fora. Teriam sido criados ou potencializados em laboratório? A indústria farmacêutica não estaria por trás disso? Sei não...alguém aí concorda comigo????
                        Israel  Vianney

sexta-feira, 12 de abril de 2013

PARABÉNS GUSTAVO!

MENÇÃO HONROSA

Aluno do Câmpus Pau dos Ferros recebe menção honrosa de Projeto da Revista National Geographic Brasil

11/04/2013 - Gustavo Martins, do Curso Técnico em Informática, participou do Projeto Viagem do Conhecimento, a maior olimpíada de Geografia do Brasil
Aluno do Câmpus Pau dos Ferros recebe menção honrosa de Projeto da Revista National Geographic Brasil
Gustavo recebendo o documento do Professor de Geografia, Luciano Vieira Dutra.
O aluno Gustavo Ítalo Freire Martins, do 1º ano do Curso Técnico Integrado em Informática, recebeu uma menção honrosa da Revista National Geographic Brasil pela classificação entre os melhores estudantes do Brasil, na segunda fase da edição 2012/2013 da Viagem do Conhecimento.


Gustavo conquistou esse reconhecimento pelo bom desempenho no desafio “Viagem do Conhecimento”, a maior olimpíada de Geografia do Brasil, idealizada pela Revista National Geographic e realizada pela Editora Abril.


Dentre mais de 10 mil inscritos, somente 180 estudantes de todo o Brasil receberam a menção, sendo Gustavo um deles, que conseguiu chegar até a segunda fase do Desafio.


A segunda fase das provas (fase regional) foi realizada no Câmpus Pau dos Ferros e teve como coordenador regional Luciano Dutra, professor de Geografia, do IFRN Câmpus Pau dos Ferros.


Parabéns!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

MULHERES DE ASAS

WASP (4)
DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AS MULHERES AMERICANAS QUE VOARAM NO WASP MOSTRARAM SEU VALOR, CORAGEM E DEDICAÇÃO. MAS TAMBÉM SOFRERAM TODA SORTE DE HUMILHAÇÕES POR SEREM APENAS MULHERES QUE QUERIAM VOAR
Autor – Rostand Medeiros
Em setembro de 1942, uma piloto norte-americana de 28 anos de idade chamada Nancy Harkness Love conseguiu convencer o ATC – Air Transport Command a deixá-la treinar outras mulheres já licenciadas como pilotos civis, em funções destinada a pilotos militares masculinos. Elas teriam a função de levar aviões para inúmeras bases aéreas, recém-saídos das várias fábricas então existentes em todo os Estados Unidos.
A princípio foram selecionadas 27 recrutas, as primeiras mulheres a pilotar aviões militares na terra do Tio Sam e logo elas faziam parte do Women’s Auxiliary Ferrying Squadron -WAFS. Em pouco tempo este esquadrão foi ampliado e se tornou o Women Airforce Service Pilots – WASP, uma organização não militar dentro de um grande esquema militar. Aquilo era na verdade um experimento.
WASP (6)
As meninas do WASP viveram e trabalharam em mais de 120 bases aéreas nos Estados Unidos. Elas usavam uniformes, seguiram códigos militares rigorosos e recebiam ordens como qualquer um que estava nas forças armadas americanas na época. Mas como sempre ocorre quando as mulheres adentram em uma nova área de trabalho, elas sofreram preconceitos severos.
Elas não usufruíam de um seguro de vida e de acidentes, não tinham maiores benefícios em caso de morte e não poderiam ser enterradas em um cemitério militar com as honras de praxe. Elas não podiam alcançar nenhum posto de significado fora de sua organização, nem podiam dar ordens aos homens. Havia uma lei federal que proibia as mulheres de pilotar aviões militares em situação de combate ou fora das fronteiras dos Estados Unidos. Mesmo assim elas foram adiante e 38 mulheres do WASP morreram em acidentes.
WASP (5)
No final elas tinham o que comemorar.
O que tinha começado como um “experimento” deu muito certo. Até o final da guerra o programa WASP treinou quase duas mil mulheres, das quais mais de 1.000 foram graduadas com sucesso e orgulhosamente ganharam suas “asas”, que ostentavam no seu uniforme. Elas transportaram quase 12.650 aeronaves militares, voaram mais de 60 milhões de quilômetros e realizaram outros inúmeros trabalhos de pilotagem.
Quando os Aliados ganharam o controle na Europa e os americanos voltaram para casa, o experimento foi encerrado. As mulheres receberam ordens de abandonar seus empregos como pilotos, para dar lugar aos homens que retornavam e logo ficou claro que era quase impossível para elas encontrar um emprego na aviação civil depois da guerra. Algumas poucas optaram por entrar para o exército e a grande maioria voltou para as suas vidas anteriores.
Ao pesquisar na Internet a vida destas aviadoras pioneiras percebi que muitas nunca mais voltaram a pilotar, mas para a maioria delas o período da Segunda Guerra Mundial foi onde tiveram alguns dos melhores dias de suas vidas. Cada uma destas histórias é verdadeiramente fascinante.
WASP (2)
Entre as que continuaram utilizando uniformes temos o caso de  Nancy Harkness Love, que depois da criação da Força Aérea dos Estados Unidos em 1948, se tornou tenente-coronel. Em maio de 1953 uma ex-piloto do WASP chamada Jackie Cochran, voando um poderoso caça a jato Canadair F-86 Sabre, se tornou a primeira mulher piloto a quebrar a barreira do som. Na década de 1960 a mesma Jackie Cochran se envolveu com o programa espacial Mercury, para desenvolver um projeto de treinamento para mulheres astronautas. Durante este trabalho pioneiro algumas mulheres ultrapassaram as realizações dos astronautas do sexo masculino. Mesmo assim a NASA decidiu cancelar este programa sem maiores explicações. Inclusive os famosos astronautas John Glenn e Scott Carpenter foram ao congresso americano e abertamente se colocaram contra a admissão de mulheres no programa espacial americano.
O papel das mulheres do WASP é quase sempre avaliado pelos historiadores normalmente como uma simples notinha de rodapé nos volumes sobre a Segunda Guerra Mundial. O mais incrível em relação a desativação deste programa foi a ordem do Pentágono, o ministério da defesa dos americanos, que ordenou o fechamento dos arquivos referentes ao trabalho destas mulheres e tornou estas informações como “classificadas”. Por mais de 30 anos, ninguém falava, escrevia, ou aprendeu algo sobre as mulheres do WASP e seu trabalho.
WASP (3)
Na década de 1950 algumas destas mulheres fizeram reivindicações para receberem as mesmas vantagens que os homens recebiam por ferimentos sofridos na guerra. Uma delas solicitou assistência por causa da surdez provocada pelo trabalho nos aviões, mas além de ter o beneficio negado, foi severamente repreendida por fazer o pedido, uma vez que ela não era considerada uma veterana.
Mas essa verdadeira infâmia realizada pelo governo americano contra estas valorosas mulheres não parou por aí. Em 1977 um anúncio feito pela Força Aérea dos Estados Unidos informava que 10 mulheres seriam licenciadas como as “primeiras” a voarem em aviões militares naquele país. Isso provocou um verdadeiro rebuliço nas meninas do WASP, agora distintas avós. Mas elas não desistiram e foram a luta.
Reuniram assinaturas para apoio a um projeto de lei para que concedesse as veteranas do WASP todos os benefícios que os veteranos de guerra do sexo masculino recebiam. O apoio veio de gente como William Randolph Hearst, então o grande magnata da imprensa americana e de outras pessoas bem colocadas na sociedade americana.
Finalmente em novembro de 1977 foi aprovado o projeto de lei que trazia justiça a situação daquelas mulheres. Elas agora eram veteranas.
Em 1 de julho de 2009, o presidente Obama concedeu a Medalha de Ouro do Congresso, a maior honraria civil dos Estados Unidos, para as mulheres que participaram do WASP. Estavam na cerimônia cerca de 175 veteranas ainda vivas e mais de 2.000 membros das famílias das pilotos já falecidas .
WASP (1)
No final de outubro de 2012 lancei o meu livro “Eu não sou herói-A história de Emil Petr”, que conta a história do veterano de guerra Emil Anthony Petr. Ele foi oficial navegador de radar da USAAF –United States Army Air Force, lotado em um bimotor quadrimotor B-24 que tinha a sua base no sul da Itália. Ainda no período de treinamento teve contato com algumas meninas da WASP, em uma engraçada história que reproduzi no capítulo 10, nas páginas 74 a 76.
“Sobre a condição natural de evacuação de resíduos líquidos e sólidos, que afeta a todos os seres humanos na face da Terra, Emil recordou um caso engraçado.
Como eles voavam para várias partes do país, em meio aos exercícios, não era anormal transportar algum militar em trânsito entre uma base aérea e outra. Em uma ocasião, durante um voo que tinha como destino a base aérea de Las Vegas, atualmente conhecida como base aérea de Nellis, para deleite da tripulação em que Emil estava provisoriamente engajado, deram carona a algumas moças da WASP – Women Airforce Service Pilots (Mulheres Pilotos a Serviço da Força Aérea). Esta era uma organização criada dentro da USAAF que utilizava apenas mulheres com a função prioritária de transportar aviões novos e usados, a partir de suas locais de fabricação ou entre as muitas bases aéreas existentes.
WASP (8)
Era a primeira vez que elas voavam em uma B-24 e estavam curiosas. Já a tripulação masculina se desdobrava para tornar a viagem mais agradável e tranquila para as garotas. Estavam todos animados, de riso aberto e tratavam as colegas com muito respeito.
Mas uma delas estava com uma aparência que transparecia preocupação. A jovem não falava muito, olhava dos lados, como procurando algo. Em solo ela não se mostrou uma pessoa arredia, nem antipática, isso apontava que alguma coisa estava errada. Logo se soube que ela estava “apertada”, precisando ir ao banheiro da aeronave. Quando lhe mostraram um dos canos, a sua face mudou de preocupação para a de terror.
Apesar de alguns tripulantes acharem que ela deveria ir para o local destinado a este fim, os oficiais, Emil entre eles, já arquitetavam tirar o artilheiro de ré do seu posto e a moça iria se resolver por lá mesmo. O rapaz que ocupava este local não gostou nem um pouco da sugestão.
WASP (7)
Para a sorte da jovem, nos momentos finais, chegou pelo intercomunicador a notícia que o piloto avistou Las Vegas, o destino das garotas. Emil conta que mal a B-24 parou, a pobre coitada desceu e desabou em uma carreira para o banheiro mais próximo, que aparentemente era masculino.
Mas na hora do desespero, vale tudo!”
Conforme podemos ver nestas fotos aqui apresentadas, a meninas do WASP não abriam mão de sua feminilidade e beleza. Junto com os uniformes e equipamentos de voo, seguiam o batom, material de maquiagem e coisas que deixam as mulheres, seres que se não existissem tornariam a vida dos homens um verdadeiro lixo, cada vez mais belas.
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                                     Tok de História:Rostand Medeiros

quarta-feira, 10 de abril de 2013

TANTA CELEUMA PRA QUE????

  Após assumir a coordenação de cultura do município, encontrei um cenário um pouco diferente do experimentado em anos anteriores. Estamos enfrentando a maior Sêca, estiagem ou como quiserem chamar, dos últimos 50 anos. Com isso, já se instalou o "fim do mundo" na cabeça de alguns. Coisas do tipo: Não haverá São João, FINECAP, entre outras previsões catastróficas. Num momento delicado como esse,quem aprovaria verba para eventos desse naipe, quando há coisas bem mais urgentes a se pensar? Os mesmos que cobram as festas, seriam os primeiros a criticar, caso já estivéssemos alardeando eventos grandiosos por aí. Muita calma nessa hora e muita ponderação nas palavras,e isso não diz respeito somente a Pau dos ferros, se estende à todo o nordeste do país. Na verdade temos que mentalizar que as  coisas mudarão para melhor e não semear o CAOS, onde há necessidade de pé no chão. Fica a dica!
                                         Vianney